Olá meus amores, tudo bom com vocês? Estou de bom humor! Tenho me sentido bem, estou de férias então aproveito o dia, faço serviços de casa, levo e busco o Nando na escolinha, tem sido bem legal, pena que não é todo dia assim, mas tá bom.
Sobre o post anterior, eu nunca fui de ouvir música. Passo diiiiias sem ouvir música e não ligo, não me faz falta. Mas ultimamente tenho gostado pq tem me animado bastante! Então fico viajando no you tube e vou de Roxette a Pato Fu!! Eu sou assim...logo postarei mais e mais canções favoritas que alegram a alma e o espírito.
Por falar em espírito, ando bem afastada de Deus, Jesus e afins. Tenho a minha fé..não é uma coisa que se diga 'nossa!! como ela tem fé!!' mas...um pouco eu posso dizer que tenho sim. Quando me afasto das leituras que edificam o espírito vou perdendo a fé...aos pouquinhos vou mesmo me questionando sobre tudo isso...Sei que os evangélicos dirão que é o 'inimigo', pode até ser mesmo.
Sinto admiração por certos evangélicos. Eles possuem uma fé inabalável invejável!! Penso 'Nossa, como ele tem tanta certeza disso??'. Parece que as coisas dão certo pra eles....que tudo conspira a favor...mas é tão improvável que Deus só haja na vida de quem está com Ele....seria tão...interesseiro!
Mudando de assunto, hoje comprei umas coisinhas pra mim, agora estou com o kit que eu considero completo. Tenho maquiagem, demaquilante, base para o rosto, protetor solar e um creme anti idade 25+. Só falta usar tudo isso rs.
Nunca fui uma pessoa muito vaidosa, porém tenho medo de chegar aos 35, 40 anos cheia de rugas e manchas por falta de cuidados com a pele, então me esforço (mas nem tanto rs) pra que isso não aconteça.
Outra coisa: acho que teremos problemas com a minha cachorra Dora. Há dias ela está esquisita...chorando e chorando...ela sempre foi chorona, manhosa, mas agora está demais...e pra piorar ela fez cocô mole e xixi deitada!! Isso nunca aconteceu, o xixi escapou e ela deitada!!! Acabamos de ver...fiquei preocupada...vou ligar pra veterinária, depois volto!!
Beijos, inté.
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quarta-feira, 7 de agosto de 2013
sábado, 30 de julho de 2011
Caridade moral
O que é mais fácil pra você: A caridade moral ou a material?
Um mendigo pede um prato de comida todos os dias, e você pode dar. Você dá? Isso te incomoda?
Uma pessoa carente confia em ti e desabafa. E todos os dias precisa conversar. E todos os dias, ela não precisa de um prato de comida, mas de uma conversa.
Aí, um dia, você deita no sofá, cansada. Começa a novela, e bate à porta o mendigo. Você levanta e dá-lhe um prato de comida?
Ou, um dia, você deita no sofá, cansada, começa a novela, e bate à porta aquela pessoa que precisa conversar. Você a convida pra entrar? Um, dois, três dias? Dz dias? Todo o mês? Sempre? Sempre estará disposta a ouvir?
Deixará de dormir, de assistir à novela, de lavar a louça, de estender a roupa, pra ouvir o desabafo dessa pessoa? Ou pensará que aquilo tudo não passa de uma frescura, de um vício e que essa pessoa te pegou pra 'Cristo'?
Você perderia cinco minutos do dia pra dar um prato de comida ao mendigo, mas não perderia vários minutos do dia pra ouvir um desconhecido ou até mesmo um amigo desabafando? Então, você é igual a mim.
Um mendigo pede um prato de comida todos os dias, e você pode dar. Você dá? Isso te incomoda?
Uma pessoa carente confia em ti e desabafa. E todos os dias precisa conversar. E todos os dias, ela não precisa de um prato de comida, mas de uma conversa.
Aí, um dia, você deita no sofá, cansada. Começa a novela, e bate à porta o mendigo. Você levanta e dá-lhe um prato de comida?
Ou, um dia, você deita no sofá, cansada, começa a novela, e bate à porta aquela pessoa que precisa conversar. Você a convida pra entrar? Um, dois, três dias? Dz dias? Todo o mês? Sempre? Sempre estará disposta a ouvir?
Deixará de dormir, de assistir à novela, de lavar a louça, de estender a roupa, pra ouvir o desabafo dessa pessoa? Ou pensará que aquilo tudo não passa de uma frescura, de um vício e que essa pessoa te pegou pra 'Cristo'?
Você perderia cinco minutos do dia pra dar um prato de comida ao mendigo, mas não perderia vários minutos do dia pra ouvir um desconhecido ou até mesmo um amigo desabafando? Então, você é igual a mim.
IRMÃ
ROSÁLIA
Paris,
1860
9 – “Amemo-nos uns aos outros e façamos aos
outros o que quereríamos que nos fosse feito”. Toda a religião, toda a
moral, se encerram nestes dois preceitos. Se eles fossem seguidos no
mundo, todos seriam perfeitos. Não haveria ódios, nem ressentimentos.
Direi mais ainda: não haveria pobreza, porque, do supérfluo da mesa de
cada rico, quantos pobres seriam alimentados! E assim não mais se
veriam, nos bairros sombrios em que vivi, na minha última encarnação,
pobres mulheres arrastando consigo miseráveis crianças necessitadas de
tudo.
Ricos! Pensai um pouco em tudo isso. Ajudai o mais possível aos
infelizes; daí, para que Deus vos retribua um dia o bem que houverdes
feito: para encontrardes, ao sair de vosso invólucro terrestre, um
cortejo de Espíritos reconhecidos, que vos receberão no limitar de um
mundo mais feliz.
Se pudésseis saber a alegria que provei, ao encontrar no além
aqueles a quem beneficiei, na minha última vida terrena!
Amai, pois, ao vosso próximo; amai-o como a vós mesmos, pois já
sabeis, agora, que o desgraçado que repelis talvez seja um irmão, um
pai, um amigo que afastais para longe. E então, qual não será o vosso
desespero, ao reconhecê-lo depois no Mundo dos Espíritos!
Quero que compreendais bem o que deve ser a caridade moral,
que todos podem praticar, que materialmente nada custa, e que
não obstante é a mais difícil de se por em prática.
A caridade moral consiste em vos suportardes uns aos outros, o
que menos fazeis nesse mundo inferior, em que estais momentaneamente
encarnados. Há um grande mérito, acreditai, em saber calar para que
outro mais tolo possa falar: isso é também uma forma de caridade. Saber
fazer-se de surdo, quando uma palavra irônica escapa de uma boca
habituada a caçoar; não ver o sorriso desdenhoso com que vos recebem
pessoas que, muitas vezes erradamente, se julgam superiores a vós,
quando na vida espírita, a única verdadeira, está às vezes
muito abaixo: eis um merecimento que não é de humildade, mas de
caridade, pois não se incomodar com as faltas alheias é caridade moral.
Essa caridade, entretanto, não deve impedir que se pratique a
outra. Pelo contrário: pensai, sobretudo, que não deveis desprezar o
vosso semelhante; lembrai-vos de tudo o que vos tenho dito; é necessário
lembrar, incessantemente, que o pobre repelido talvez seja um Espírito
que vos foi caro, e que momentaneamente se encontra numa posição
inferior à vossa. Reencontrei um dos pobres do vosso mundo a quem pude,
por felicidade, beneficiar algumas vezes, e ao qual tenho agora de
pedir, por minha vez.
Recordai-vos de que Jesus disse que somos todos irmãos, e pensai
sempre nisso, antes de repelirdes o leproso ou o mendigo. Adeus! Pensai
naqueles que sofrem, e orai."
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Os Tormentos Voluntários
O Evangelho Segundo o Espiritismo
VI - Os tormentos voluntários
23 – O homem está incessantemente à procura da felicidade, que lhe escapa a todo instante, porque a felicidade sem mescla não existe na Terra. Entretanto, apesar das vicissitudes que formam o inevitável cortejo desta vida, dele poderia pelo menos gozar de uma felicidade relativa. Ma ele a procura nas coisas perecíveis, sujeitas às mesmas vicissitudes, ou seja, nos gozos materiais, em vez de buscá-la nos gozos da alma, que constituem uma antecipação das imperecíveis alegrias celestes.
[FÉNELON,
Lyon, 1860]
VI - Os tormentos voluntários
23 – O homem está incessantemente à procura da felicidade, que lhe escapa a todo instante, porque a felicidade sem mescla não existe na Terra. Entretanto, apesar das vicissitudes que formam o inevitável cortejo desta vida, dele poderia pelo menos gozar de uma felicidade relativa. Ma ele a procura nas coisas perecíveis, sujeitas às mesmas vicissitudes, ou seja, nos gozos materiais, em vez de buscá-la nos gozos da alma, que constituem uma antecipação das imperecíveis alegrias celestes.
Em vez de buscar a paz do coração, única
felicidade verdadeira neste mundo, ele procura com avidez tudo o que
pode agitá-lo e perturbá-lo. E, coisa curiosa, parece criar de propósito
os tormentos, que só a ele cabia evitar.
Haverá maiores tormentos que os causados pela inveja e o ciúme?
Para o invejoso e o ciumento não existe repouso: sofrem ambos de uma
febre incessante. As posses alheias lhes causam insônias; os sucessos
dos rivais lhes provocam vertigens; seu único interesse é o de eclipsar
os outros; toda a sua alegria consiste em provocar, nos insensatos como
eles, a cólera do ciúme. Pobres insensatos, com efeito, que não se
lembram de que, talvez amanhã, tenham de deixar todas as futilidades,
cuja cobiça lhes envenena a vida! Não é a eles que se aplicam estas
palavras: “Bem-aventurados os aflitos, porque serão consolados”, pois os
seus cuidados não têm compensação no céu.
Quantos tormentos, pelo contrário, consegue evitar aquele que
sabe contentar-se com o que possui, que vê sem inveja o que não lhe
pertence, que não procura parecer mais do que é! Está sempre rico, pois,
se olha para baixo, em vez de olhar para cima de si mesmo, vê sempre os
que possuem menos do que ele. Está sempre calmo, porque não inventa
necessidades absurdas, e a calma em meio das tormentas da vida não será
uma felicidade?
Lyon, 1860]
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